Eu sou filho de Pastor: Por que tenho de ofertar?

Jesus Cristo foi a oferta de Deus para salvar toda a humanidade que jazia no pecado.

Ele foi apresentado a Deus no templo, ainda quando criança, e essa apresentação também foi uma oferta, desta vez dos seus “pais” – Maria e José. Posso enumerar um número de homens e mulheres que fizeram oferta no altar e o pedido não voltou vazio. Mas queria falar especificamente de Ana e Abraão.

Ana pedia um filho a Deus: “E fez um voto, dizendo: Senhor dos Exércitos! Se benignamente atentares para a aflição da tua serva, e de mim te lembrares, e da tua serva não te esqueceres, mas à tua serva deres um filho homem, ao Senhor o darei todos os dias da sua vida, e sobre a sua cabeça não passará navalha.” (1 Samuel 1:11)

O voto que ela fez foi uma oferta, e o seu pedido foi atendido. Samuel tornou-se um dos maiores profetas de Israel e além de ser fruto do voto da mãe a Deus, ele mesmo passou a ser uma oferta viva, pois continuou servindo a Deus até à sua morte. Abraão também queria muito ter um filho e só conseguiu por meio da fé.

Quando Deus pediu o menino de volta, ele não negou. Tanto Isaque como Samuel, foram o resultado das ofertas dos pais no altar. A qualidade da fé manifestada chamou a atenção de Deus, de tal forma, que Ele não podia ficar indiferente.

Porém Isaque e Samuel tiveram de se transformar na própria oferta, pois a fé é pessoal e eles sabiam que para conquistar algo não podiam depender dos pais. Mesmo sendo filho, mesmo tendo sido gerado e nascido no altar para se manter nele, existe uma necessidade muito grande de se tornar a própria oferta viva.

Através da nossa oferta demonstramos total despojamento material e dependência de Deus.

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