Sarahah quer dizer franqueza, honestidade.

É também uma rede social na qual você pode enviar mensagens para qualquer pessoa, inclusive para amigos e familiares, de forma anônima.

Porém, as mensagens que irá receber, você não vai saber que as enviou.

A rede social foi criada por um desenvolvedor árabe, que segundo ele, queria que houvesse, justamente mais sinceridade e honestidade dentro do seu ambiente de trabalho e por isso, criou essa rede social, primeiro através de um site e depois através de aplicativos para dispositivos móveis Android e IOS.

Devido a sua principal função, ela se tornou febre em vários países como os Estados Unidos e o Brasil, alcançando assim as primeiras colocações de apps mais baixados nas lojas de aplicativos.

O objetivo do app é que você possa enviar mensagens de crítica, sendo positivas ou negativas, indiretas, elogios etc de forma que o destinatário não saiba quem as enviou com a ideia de promover sinceridade, franqueza.

Mas será que isso realmente se aplica nesta rede social?

A palavra franqueza significa: “sinceridade, lisura na maneira de ser ou de opinar sobre algo” e quando se trata de uma opinião seja ela de crítica ou elogio sobre alguém, acredita-se que ela tem que ser dada de forma sincera, direta, de frente para a pessoa, e não de forma anônima, que é o que o app propõe.

A proposta de mensagens anônimas propõe, na realidade, que as pessoas vivam por baixo de uma tela, porque apesar de colocarem o que acham ou que sentem sobre determinada pessoa, elas não estão se identificando, ou seja, está indo contra a ideologia que se tem por trás da criação do aplicativo: sinceridade.

Sem falar, que algumas pessoas aproveitam desse anonimato para atacar os outros. Falarem coisas ofensivas e desrespeitosas.

O ideal é que as pessoas sejam sinceras e verdadeiras umas com as outras, que as suas críticas sejam para fazer as pessoas cresceram, que seus elogios sejam verdadeiros e não viverem por baixo do anonimato e usando dele para expressarem suas opiniões.

(Nada contra o app, mas vamos usá-lo com equilíbrio?)

Por Vinicius Barbosa

Fontes: TecMundo e Super Interessante

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