“Porque assim me disse o SENHOR: Como o leão e o leãozinho rugem sobre a sua presa, ainda que se convoque contra ele uma multidão de pastores, não se espantam das suas vozes, nem se abatem pela sua multidão, assim o Senhor dos Exércitos descerá, para pelejar sobre o monte Sião, e sobre o seu outeiro”. (Isaías 31.4)

Segundo Orlando Boyer, em sua obra “Pequena Enciclopédia Bíblica”, edição de 1966, o leão é “o mais forte dos quadrúpedes carniceiros, do gênero gato (felinos). (…) Menciona-se mais nas Escrituras que qualquer outro animal, menos a ovelha”.

O leão é um animal que sem o menor esforço impõe respeito e temor. Em vários momentos na Bíblia, os leões protagonizam cenas de terror, como quando matavam o povo (2 Reis 17.25), quando matou o profeta desobediente enviado a Betel (1 Reis 13.24) e na famosa cova da Babilônia (Daniel 6), entre outros.

Porém também é tido como símbolo de poder e autoridade de tal forma que um dos títulos do Senhor Jesus é o Leão da Tribo de Judá.

E temos ainda o exemplo dos gaditas, “valentes, homens de guerra para pelejar, armados com escudo e lança; e seus rostos eram como rostos de leões… “ (1 Crônicas 12.8)

Dessas passagens combinadas podemos refletir em como a figura do leão é usada diversas vezes na Bíblia para nos passar o espírito ousado, destemido, poderoso e aguerrido que temos que ter!

Não podemos aceitar sermos tímidos (a)! Não podemos ser medrosos(a), muito menos inseguros(a)! Imagine um leão, farto em força e poder, dominado e travado pelo medo. Quanto desperdício… Assim somos nós quando não assumimos o Nome, a Palavra e o Espírito do Leão da Tribo de Judá! Desperdiçamos e envergonhamos o Poder de Deus em nós. E isso é inaceitável para a natureza de um Leão da Fé!

Vamos pensar: Se somos um em Cristo, então assim como Ele é, também temos que ser! O Senhor Jesus quer formar em nós um Exército de valentes! Não em aparência física, mas em espírito e comportamento!

Pessoas de caráter, fortes, disciplinados (a), ousados (a), destemidos (a), que sabem o que querem, onde querem chegar, honrados (a), equilibrados (a) e dispostos(a) a serem a própria diferença no meio em que vivem, tal como é o leão na natureza que o cerca. Não porque ele quer assim, mas porque para isso ele foi criado.

“Lutem e lutem novamente, até que cordeiros virem leões”. AD

Por: David Boni

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